Os intérpretes de séries econômicas deram ao Cervejeiros.Club a leitura das estatísticas oficiais dos dois países. No dia 22, a camada macro cresceu em três direções: uma biblioteca internacional de dados públicos, o calendário das reuniões que decidem o juro e um sinal novo para o motor de decisão — a proximidade da decisão.
A biblioteca internacional
Existe um agregador que reúne séries de dezenas de institutos estatísticos do mundo — sem custo, com formato padronizado. O tradutor dessa biblioteca permite buscar séries de qualquer fonte dela: quando o sistema precisar de um indicador que as estatísticas oficiais diretas não cobrem, a primeira consulta é à biblioteca — e não a um site que parceia HTML.
O calendário do juro
Decisão de juro é o evento macroeconômico mais previsível do calendário: as datas são conhecidas com meses de antecedência, e o mercado reage à reunião — e às semanas que a antecedem. O sistema agora mantém, em tabelas próprias do cofre de dados, o calendário das reuniões dos dois comitês de juro — o americano e o brasileiro —, com a evolução da taxa em cada decisão.
O sinal novo: proximidade da decisão
A peça que conecta calendário e decisão: a família de sinais do motor ganhou o membro de macro dedicado à proximidade da reunião de juro — um número que mede quanto falta para a próxima decisão e se alimenta das duas tabelas novas. A lógica é documentada na receita do cérebro: a decisão não adivinha, lê o calendário — igual ao que os detectores fazem com eventos extremos: evento conhecido, peso calibrado.
17 provas novas cobriram os três tradutores e o sinal — somando 149 provas verdes nos sentidos. As estruturas nasceram nas gavetas corretas do cofre, com as permissões herdados da régua.